No dia 24/06/2006, às 9h, o Parque Ecológico Saburo Onoyama volto a abrir suas portas ao público. Durante 3 meses, o local estava fechado para as obras de revitalização. A Comparques investiu mais de R$ 350 mil na reforma do local. “O público que freqüenta o parque, aproximadamente 3 mil pessoas, só nos finais de semana, terá um ambiente foi renovado e mais agradável para desfrutar”, afirma o secretário da Comparques, Ozanan Coelho. Entre as mudanças ocorridas destacam-se:
.Reforma de 8 churrasqueiras, 8 quadras de esportes, 3 parques infantis e 3 conjuntos de banheiros;
.Urbanização do estacionamento;
.Pintura geral das edificações;
.Construção do anfiteatro;
.Restauração de 8 pontes de madeira
.Construção de 500m de trilhas e recuperação de 770 metros;
.Reforma do salão de eventos;
.Recuperação de, aproximadamente, 390 metros de alambrado;
.Plantio de grama e de mudas;
.Canalização da água da bica, localizada próxima ao parque para o interior do mesmo;
.Recuperação da erosão.
HISTÓRIA -- Saburo Onoyama chegou à nova capital do Brasil, em 1958, vindo do Japão. A família atendia a um pedido do irmão do imperador Hirohito, para que ajudassem Juscelino Kubitschek a desenvolver o cerrado. O agricultor vislumbrava futuro melhor numa região que começava a ser habitada por imigrantes que chegavam ao Planalto Central. Era o nascimento de Taguatinga.
Uma vez instalados, Saburo fez o convite para participar da empreitada que iniciava aqui a seis outras famílias de colonos japoneses que viviam em São Paulo e no Paraná. Por falta de recursos, os Onoyama decidiram se dedicar à produção de hortifruti. Além de frutas, a família Onoyama também iniciou o plantio de flores no terreno de 55 hectares, mesmo local onde até hoje está a Chácara Onoyama. O Parque Ecológico Saburo Onoyama tem este nome em reconhecimento a sua luta pela preservação do Cerrado em Taguatinga. (0622DL2)
esse texto foi tirado do GDF

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